Casos de uso

Casos de uso: o Kubepier no dia a dia de quem opera Kubernetes

Oito situações comuns de quem cuida de clusters de vários clientes ou times, e o caminho no Kubepier, tela por tela. Encontre a sua e veja o que muda.

Cenários ilustrativos: os personagens são genéricos e não representam clientes reais. Os ganhos descritos são qualitativos ou estimativas, não resultados medidos.

01 · Consultoria ou MSP

Uma consultoria com 12 clientes e dezenas de kubeconfigs

Onde
Web e desktop (o catálogo por cliente existe nos dois)
Plano
Free para organizar e ver; Team para a equipe com acesso por cliente

Situação

Uma consultoria atende 12 clientes: alguns no AKS, outros no EKS, um no GKE e dois on-premises. Cada consultor tem uma pasta de kubeconfigs no notebook e nomes de context que só ele entende.

A dor

Achar o cluster certo vira busca. Trocar de context errado é um risco real: um comando no cluster de outro cliente. Quando alguém sai do time, ninguém sabe quais kubeconfigs foram junto.

O que custa: Minutos perdidos a cada troca de cliente, risco de ação no cluster errado e credenciais de cliente espalhadas em máquinas pessoais.

Como fica no Kubepier

  1. Entre em app.kubepier.com.br com o GitHub e crie a organização da consultoria.
  2. Cadastre cada cliente com nome, cor e palavra-chave. Um cluster cujo nome contém a palavra entra no cliente sozinho.
  3. Conecte os clusters colando o kubeconfig ou, no AKS e no EKS, pela conta Azure ou AWS, sem copiar kubeconfig. As credenciais ficam cifradas e nunca voltam para a tela.
  4. Abra o Início: um cartão por cliente com os clusters, os pods com problema e os avisos.
  5. No Team, convide cada consultor pelo GitHub e libere só os clientes que ele atende.

Resultado esperado

Você acha o cluster pelo cliente, com a cor dele em todas as telas, em vez de lembrar o nome do context. Em vez de procurar o kubeconfig certo, são dois cliques. Quem sai do time perde o acesso na hora.

Limites: O acesso por cliente do Team vale na web. No desktop, cada pessoa usa o kubeconfig da própria máquina.

Veja também:ClientesOrganizar vários kubeconfigsEquipe e permissõesWeb, celular ou desktop: qual usar

02 · SRE de plantão

O alerta das 3h da manhã, com o notebook longe

Onde
Web, no navegador do celular
Plano
Free para ver; Pro para logs ao vivo, IA e para agir

Situação

O alerta toca de madrugada. O SRE de plantão está com o celular na mão e o notebook, com o kubeconfig, na outra sala.

A dor

Antes de saber se é grave, é preciso levantar, ligar o notebook, conectar a VPN e achar o context. Muitas vezes era um pod reiniciando que se resolveria sozinho.

O que custa: Minutos de indisponibilidade até a primeira olhada, sono perdido e decisões tomadas no escuro.

Como fica no Kubepier

  1. Abra app.kubepier.com.br no navegador do celular. A interface se ajusta à tela.
  2. No Início, o cliente com problema aparece com os pods em falha e os avisos da última hora.
  3. Abra o pod: motivo (CrashLoopBackOff, OOMKilled, ImagePullBackOff, Pending), código de saída, reinícios e eventos.
  4. Veja as últimas linhas de log (Free) ou os logs ao vivo (Pro).
  5. Peça o diagnóstico com IA: ele explica a falha a partir do status, dos eventos e dos logs, sem os segredos. No Pro e no Team, cada usuário tem 7 dias de IA sem cadastrar chave; a tela Análises com IA (novo) lista os pods com problema do cluster.
  6. No Pro, um admin reinicia ou escala o deployment dali mesmo, com confirmação.

Resultado esperado

A primeira triagem sai do celular. Você decide se precisa do notebook ou se pode voltar a dormir, com o contexto na mão.

Limites: Pela web, a API do cluster precisa aceitar os IPs de saída fixos do Kubepier. Cluster totalmente privado fica para o desktop, pela VPN.

Veja também:Kubernetes no celularResolver CrashLoopBackOffDiagnóstico com IAWeb, celular ou desktop: qual usar

03 · CTO ou head de infraestrutura

Mostrar quem tem acesso e quem fez o quê, para LGPD ou ISO

Onde
Web
Plano
Team

Situação

A empresa passa por uma avaliação de LGPD ou de ISO 27001 e precisa mostrar como controla o acesso à produção. Hoje, o mesmo kubeconfig de admin circula no chat do time.

A dor

Ninguém consegue dizer quem tem acesso a qual cliente, nem quem reiniciou aquele deployment na sexta. A evidência é montada à mão, em planilha.

O que custa: Horas montando evidência, risco de apontamento na auditoria e credencial de produção que não dá para revogar de uma pessoa só.

Como fica no Kubepier

  1. No Team, cada pessoa entra com o próprio GitHub. Não há kubeconfig no chat.
  2. O admin libera, por pessoa, só os clientes que ela atende. O papel membro só lê: editar, escalar, reiniciar, apagar e shell são do admin.
  3. Para quem só precisa olhar, cadastre o cluster com uma ServiceAccount de leitura (o papel view). Nem o admin consegue alterar o cluster por ela.
  4. Na tela Auditoria, filtre por pessoa, cliente, cluster e ação, e exporte em CSV (até 90 dias por consulta nos planos pagos). O conteúdo nunca é gravado: nem logs, nem o que se digita no shell, nem valores.
  5. Quando alguém sai, remova da equipe: o acesso acaba na hora.

Resultado esperado

Você responde "quem tem acesso a quê" pela tela Equipe e "quem fez o quê" por um CSV, em vez de reconstruir a história pelo chat.

Limites: A auditoria registra as ações no cluster e nos serviços dos clientes; no desktop, ela fica no arquivo de cada máquina. O Kubepier ajuda a gerar evidência, mas não substitui o audit log do Kubernetes nem tem certificação SOC 2 ou ISO 27001.

Veja também:Equipe e permissõesAuditoriaSegurançaWeb, celular ou desktop: qual usar

04 · Time de produto e operação

O pod está Running, mas os pedidos não saem

Onde
Web e desktop
Plano
Free para ver filas e contagens; Pro para espiar, purgar, taxas e alertas

Situação

Os pedidos param de ser processados. O worker está Running, sem reinício e sem erro no log. O time reinicia o pod duas vezes e nada muda.

A dor

O problema não está no pod: a fila cresceu, ou as mensagens foram todas para a DLQ. Mas a fila está em outra ferramenta, com outro login, que nem todo mundo tem.

O que custa: Horas olhando para o lugar errado, reinícios que não resolvem e pedidos atrasados enquanto isso.

Como fica no Kubepier

  1. Cadastre o RabbitMQ ou o Azure Service Bus do cliente no cadastro dele. A credencial fica cifrada.
  2. Na tela do pod, a aba Filas mostra as filas que ele usa, lidas das variáveis do container, com o tamanho de cada uma.
  3. No menu do serviço, o painel de filas mostra contagens e DLQ; no Pro, taxas, tendência e alertas.
  4. No Pro, espie as mensagens da DLQ para ver o erro que as derrubou.
  5. Depois de corrigir, purgue a fila se for o caso: pede para digitar o nome antes (na web, só admin).

Resultado esperado

A fila aparece ao lado do pod. O time vê na primeira olhada que o gargalo é a mensageria, não o container.

Veja também:Alertas de filas: DLQ e fila paradaRabbitMQAzure Service BusWeb, celular ou desktop: qual usar

05 · Consultoria que atende empresas reguladas

O cliente só libera IP conhecido no firewall

Onde
Web
Plano
Todos, inclusive o Free

Situação

O cliente exige que a API do Kubernetes e o MongoDB Atlas aceitem só IPs conhecidos. Cada consultor sai por um IP diferente, de casa, do escritório ou da VPN.

A dor

Cada mudança de IP vira chamado para o time de rede do cliente. Ou pior: alguém abre a API para a internet "só por hoje".

O que custa: Dias de chamados de firewall e uma API de produção exposta mais do que deveria.

Como fica no Kubepier

  1. No app, em Rede e segurança, copie os IPs de saída fixos do Kubepier Web.
  2. Peça ao cliente para liberar só esses IPs: authorized IP ranges no AKS, public access CIDRs no EKS, master authorized networks no GKE, IP Access List no Atlas e o firewall do Service Bus, do RabbitMQ e do Redis.
  3. Para serviços em rede privada, use a rota Pelo cluster: o acesso passa por um relay restrito dentro de um cluster do cliente.

Resultado esperado

Um pedido de liberação, uma vez, para a equipe inteira. A API do cliente continua fechada para o resto da internet.

Limites: Os IPs são compartilhados por todos os clientes do Kubepier Web: são uma camada de rede somada às credenciais, não no lugar delas. Cluster totalmente privado continua no desktop, pela VPN.

Veja também:Rede e IPs de saídaConectar serviçosWeb, celular ou desktop: qual usar

06 · Consultor ou instrutor

Gravar uma demo ou uma aula sem expor o cliente

Onde
Desktop
Plano
Todos, inclusive o Free

Situação

Um consultor quer gravar um vídeo mostrando como investigou uma falha, ou compartilhar a tela numa reunião com outro cliente.

A dor

Na tela aparecem nomes de clientes, clusters, namespaces e IPs. Borrar quadro a quadro na edição toma horas, e um quadro esquecido expõe o cliente.

O que custa: Horas de edição de vídeo e o risco de expor dados de um cliente para outro.

Como fica no Kubepier

  1. No Kubepier Desktop, clique em Apresentação, na barra de status.
  2. Nomes de clientes, clusters, namespaces, nós, IPs e a coluna Quem da auditoria ficam borrados em todas as janelas.
  3. Status, tipos e contagens continuam legíveis: a gravação ainda mostra o que está com problema.

Resultado esperado

Você grava a tela sem pós-produção para esconder nomes e sem ensaiar o que não pode aparecer.

Limites: Terminais, YAML aberto, logs e valores aparecem como são: confira a tela antes de gravar. O modo apresentação ainda não existe na web.

Veja também:Modo apresentaçãoWeb, celular ou desktop: qual usar

07 · Time de plataforma

O time que saiu do Lens e quer algo para todos

Onde
Desktop e web
Plano
Free para começar; Pro para agir; Team para a equipe na web

Situação

O time usava Lens ou OpenLens e procura uma alternativa. Cada pessoa tem a própria IDE e os próprios kubeconfigs, e quem não instala nada (gestão, suporte) fica sem ver.

A dor

Cada máquina é uma ilha: nada no celular, nada para quem não tem o kubeconfig e nenhuma visão por cliente.

O que custa: Tempo de onboarding a cada pessoa nova e pedidos de "me manda um print do cluster".

Como fica no Kubepier

  1. Instale o Kubepier Desktop no Windows, no macOS ou no Linux. Ele é construído sobre o Freelens: workloads, logs, shell, Helm e port-forward continuam onde você espera.
  2. Entre com a mesma conta da web. O plano da organização vale nos dois.
  3. Em Preferências › TR Clientes, agrupe os clusters por cliente.
  4. Para quem não quer instalar nada, o Kubepier Web abre no navegador, com o mesmo catálogo.

Resultado esperado

Quem gosta de desktop continua no desktop; quem precisa só ver usa o navegador. Todos com a mesma organização e o mesmo plano.

Limites: Se você cuida de poucos clusters, todos seus, o Freelens atende bem e é de código aberto.

Veja também:Alternativa ao LensKubepier vs FreelensInstalar o desktopWeb, celular ou desktop: qual usar

08 · Dev ou SRE investigando o nó

Entrar no nó sem SSH nas VMs

Onde
Desktop; na web, só admin
Plano
Pro e Team

Situação

Um nó está com disco cheio ou o kubelet está estranho. As VMs do node pool não têm SSH liberado, e pedir acesso leva dias.

A dor

A saída comum é escrever à mão um pod privilegiado com hostPID e nsenter, e às vezes ele fica esquecido no cluster.

O que custa: Horas até conseguir olhar o nó e um pod privilegiado que ninguém lembra de apagar.

Como fica no Kubepier

  1. No Kubepier Desktop (Pro ou Team), abra o nó e use o shell no nó.
  2. Novo na web: um admin Pro ou Team clica em Shell no node e digita o nome do nó para confirmar.
  3. O Kubepier cria um pod privilegiado temporário no kube-system, fixo no nó, e o apaga ao fechar o terminal (na web, no máximo 2 horas).
  4. A auditoria registra quem abriu, quando, em qual cluster e nó e por quanto tempo, nunca o que foi digitado.
  5. Em breve: shell remoto via Tailscale, pelo seu tailnet, do celular ou do notebook (beta com lista de espera).

Resultado esperado

Você olha o nó em minutos, sem SSH nas VMs, e o pod some quando você termina.

Limites: Nós Windows: só pelo desktop. Nós AWS Fargate não aceitam pod privilegiado. Clusters que bloqueiam pod privilegiado (Pod Security, Azure Policy, Kyverno, Gatekeeper) precisam de uma exceção.

Veja também:Shell no pod e no nóShell remoto via Tailscale (em breve)Web, celular ou desktop: qual usar

Reconheceu a sua situação?

Conecte o primeiro cluster em modo leitura e veja o seu caso na sua tela. Sem cartão e sem instalar nada no cluster.

Web, celular ou desktop: qual usar